Parte I:
A JB começa a queixar-se que se está a sentir mal, e que se está a passar, e que vai morrer, mas antes desmaiar, e que isto e que aquilo. Mas que tens? Deve ser tensão baixa. Vai daí o que é que o pessoal se lembra? Come umas colheradas de sal e bebe mais uns copos que ficas fina. Tragédia! Que morro! Que tenho o coração aos saltos! Pronto, vai tudo para as urgências. Diagnóstico feito… Era tensão alta! Diz o médico: vou só buscar uma injecção e fica já boa. O que faz a JB? Põe o rabiosque à mostra e debruça-se sobre uma maca, pronta a levar a pica que a tiraria da aflição! Entra em cena o médico, que fica perplexo com tamanha colaboração do doente: Obrigado, é bonito! Agora pode arregaçar a manga para lhe dar a injecção no braço!
Parte II:
Eles eram três. O carro era comercial. Um já dormia, outro estava acordado com os olhos fechados e o terceiro a dormir com os olhos abertos. Tamanha era a borracheira, mas ainda queriam mais um copo para a “sossega”…
Dito, feito! O “1” que já dorme vai na mala, quando chegarmos já está fino outra vez, obviamente o “3” que era o que melhor disfarçava conduz. É então que aparece uma curva mais curvilínea que as outras e o carro sai de traseira e fica numa vala, com as rodas da frente no ar.
Não há problema nenhum… O “3” põe o bólide a trabalhar, mete a 1ª, a 2ª, põe o rádio mais alto, a 3ª, a 4ª e diz o “2”… Acho que não estamos a andar…